Gosto dos contos minimalistas. Eles não ocupam muito espaço, não dizem quase nada e te fazem viajar pra tão longe que fica quase difícil voltar, depois...
Diga tudo, com o menor número possível de palavras. Adoro isso. Eu, uma prolixa confessa, vejam só...
Um comentário:
A vontade de inspirar-se era tamanha, que as inspirações a deixaram.
A fome era tanta, que deixou de ser fome. Passou a ser nada.
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