Gosto dos contos minimalistas. Eles não ocupam muito espaço, não dizem quase nada e te fazem viajar pra tão longe que fica quase difícil voltar, depois...
Diga tudo, com o menor número possível de palavras. Adoro isso. Eu, uma prolixa confessa, vejam só...
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Disfarce
Era grande, dona de si mesma. Ao menos assim se considerava. Até que a maquiagem escorreu-lhe do rosto. E ela mesma descobriu que não passava de uma criança.
2 comentários:
Percebeu-se em si uma desconhecida. Pareceu-lhe interessante e decidiu conhecer a estranha que nela habitava.
Dentro do disfarce de mulher há sempre a menina que brinca, que ri,que rpecisa de carinho...E que chora.
Postar um comentário