Gosto dos contos minimalistas. Eles não ocupam muito espaço, não dizem quase nada e te fazem viajar pra tão longe que fica quase difícil voltar, depois...
Diga tudo, com o menor número possível de palavras. Adoro isso. Eu, uma prolixa confessa, vejam só...
quarta-feira, 16 de abril de 2008
Providência?
O pio da coruja avisa que a noite há muito adormeceu. O livro faz dançar as linhas escritas. Os olhos dele não fixam em nada em especial. Estão longe. No momento exato em que o namorado - dela - apareceu. E o chocolate ainda derretia na boca.
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