Gosto dos contos minimalistas. Eles não ocupam muito espaço, não dizem quase nada e te fazem viajar pra tão longe que fica quase difícil voltar, depois...
Diga tudo, com o menor número possível de palavras. Adoro isso. Eu, uma prolixa confessa, vejam só...
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Solidão e liberdade
Tendo que enfrentar a solidão, respirou fundo, descalçou os sapatos, descansou a cabeça no braço da poltrona e descobriu que o nome disso era "liberdade". Tudo de que precisava naquele momento.
3 comentários:
A liberdade é tão confortável...
Tornei-me leitor diário, e compulsivo, destes contos minimalistas.
E dos comentários da Nath, também.
Continuem!
Que gentil!
Sorriso escancarado no rosto!
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