terça-feira, 6 de maio de 2008

Informática

Correu para ele. Abraçou, beijou, alisou, fitou longamente. Finalmente, ele estava de volta. O seu computador.

2 comentários:

Nathalia disse...

O que ninguém entendia é que não era o objeto que amava, mas a habilidade que o objeto tinha de fazê-la percorrer distâncias incalculáveis e ficar um pouco mais perto daquele por quem ansiava...

Luna... disse...

Tornamos-nos frios demais?Ou apenas queremos um certo tipo de "proteção"?Facilidade?